Ando lentamente, sentido o cheiro do mar.
O vento soprando em meu rosto é como uma caricia.
Meus pés descalços afundam na areia leve e branca.
Sinto as ondas os tocado bem de leve.
O Sol ainda brilha timidamente por trás das nuvens.
Ando lentamente sem pressa de chagar, pois sair sem destino.
Não quero trilhas nem caminhos traçados.
Quero deixar meus pés me guiarem distraidamente.
Levemente, suavemente, como as ondas desse mar.
Poucas coisas me importam agora, nada entre eu e o mar.
Solitários, meus pés me afastam de tudo e sigo em passos lentos.
O Sol discretamente se esconde por trás do mar.
O Vento muda de direção, mas continua a me acaricia.
Seu som é como uma canção aos meus ouvidos.
Uma só nota, uma só melodia, poema e poesia.
Que não canso de ouvir.
Fecho os olhos e só sinto a brisa do mar ao entardecer.
E a doce melodia das ondas com o vento, abro os olhos e vejo o doce encontro do Sol e o mar anunciando que a noite está a chegar, mas meus pés continuam a me levar em passos curtos, quase deslizando sobre a areia molhada, sem pressa de chegar a algum lugar.
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