segunda-feira, 11 de julho de 2011

Simplesmente

Falar besteiras, caminhar de mãos entrelaçadas.
Sem se preocupar com nada ao nosso redor.
Fazer coisas simples, espontâneas, sem pretensões, sem ensaios.
Deixa fluir na simplicidade das coisas, na simplicidade da vida.
Deixar os corpos se encontrarem no calor do desejo, ser um, sendo dois.

Sentir o suor molhando seu corpo, a saliva saciando sua sede, o olhar te desejando, a voz emudecendo, o celebro repousando e a alma flutuando.
È bom não pensar no amanhã, no ontem e só viver o momento, o agora, sem muitas palavras, sem muitas cobranças.

Sentir-se cúmplice do mesmo ato, da mesma insanidade e intensificar de cada segundo sem ver as horas passarem, deixar o dia nascer sobre nós.
E a luz do Sol nos acordar, celebrando o dia.
E tudo segue como sempre, tranqüilo e sereno.
Levo comigo o doce dos seus beijos, o calor do seu corpo, o toque das suas mãos.

Seu sussurro no meu ouvido é como uma canção, e a vida seguem levemente, lentamente e simples como deve ser, e continuamos seguindo, com as mãos entrelaçadas, com as mãos soltas, rindo de nos mesmo, rindo um do outro trocando olhares, sem planos, sem cobranças, mas com uma forte cumplicidade e desejo inexplicável.
Vivendo a vida de forma simples, livre leve e intensamente.

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